A Austrália é um dos destinos mais procurados por estudantes (atrás de Canadá, Estados Unidos, Reino Unido e Irlanda) que desejam passar uma temporada no exterior para melhorar o inglês. Entre os principais motivos, está a possibilidade de trabalhar enquanto estuda.

O país também possui universidades que compõe a lista das 50 melhores do mundo, nas áreas de Ciências Naturais e Matemática, Biociências e Agricultura, Medicina Clínica, Farmácia e Física.

Além disso, a qualidade do ensino no país é incontestável. Inclusive, o governo garante a qualidade do ensino através do monitoramento das aulas, do aprendizado, da administração e das áreas de pesquisa de cada uma das instituições. Existem regimentos próprios no país para garantir o alto padrão de educação e preservar os direitos dos estudantes internacionais, como a Lei dos Serviços Educacionais para Estudantes Estrangeiros e o Código Nacional de Boas Práticas para as Autoridades de Registro e Prestadores de Educação e Formação para Estudantes Estrangeiros. Ambos fornecem padrões nacionalmente homogêneos para provedores de educação e formação para estudantes estrangeiros.

E para aqueles estudantes que pretendem imigrar posteriormente ao país, estudar em solo australiano é, sem dúvida alguma, mais um diferencial relevante. Como o processo de imigração é construído de forma gradativa, nunca é cedo para começar a se qualificar.

Saiba que a Austrália possui uma grande vantagem que poucos países oferecem aos estudantes de cursos de idiomas: a possibilidade de trabalhar legalmente durante os estudos no país. Essa oportunidade é um dos diferenciais do país e que mobiliza muitos alunos na hora de escolher o destino do intercâmbio. Trabalhar durante o intercâmbio permite que você possa ganhar dinheiro suficiente para pagar seu custo de vida e lazer e até, quem sabe, conseguir juntar uma graninha.

A maioria dos estudantes consegue empregos de meio expediente em algum momento de seus estudos no país. Os trabalhos mais comuns são como garçom, pintor, ajudante de limpeza, babá, jardineiro, em hotelaria, vendas, informática, restaurantes, supermercados, colheita de frutas. São empregos que não exigem muita qualificação, mas você pode se candidatar a qualquer emprego, basta cumprir as exigências. Mas, é claro, quanto mais qualificado o trabalho, mais imprescindível de que você fale inglês fluentemente. Por isso, a importância de dominar o idioma.

Depois, com o inglês mais fluente e com certa experiência no país, você pode até tentar algo que tenha a ver com o que fazia no Brasil.

Estudantes de Cursos de Inglês, Cursos técnicos e Cursos universitários de Graduação ou Pós-Graduação podem trabalhar 20 horas semanais, durante o período de estudos, e horas ilimitadas durante as férias do curso. Já os estudantes de Cursos universitários de pós-graduação que envolva pesquisa científica, como Mestrados e Doutorados, podem trabalhar horas ilimitadas durante todo o período do visto. No caso de dependentes (cônjuge e filhos), a permissão de trabalho é a mesma que a do estudante.

Se o aluno vier a completar um curso universitário no país e desejar prolongar sua estadia, ainda pode ganhar um visto de trabalho adicional após a formatura. Para bacharelado, são mais dois anos; mestrados, três anos; e doutorados podem valer mais quatro anos de visto de trabalho.

Além de ser um dos países que lidera o ranking mundial de desenvolvimento, a Austrália possui um dos maiores salários mínimos do mundo, de A$ 18.29 por hora, desde julho de 2017.

A menos que você possua cidadania neozelandesa, precisará de um visto para entrar na Austrália.


Visto de Turista

Um visto de turista é para as pessoas que visitam a Austrália para passar férias, realizar passeios turísticos, visitar parentes e amigos ou com outra finalidade de curto prazo e que não seja de trabalho. O visto poderá ser concedido com uma ou múltiplas entradas para permanência no país por até três meses em cada entrada, sujeito a critérios da imigração.
Com esse visto, você pode estudar inglês por até 12 semanas, com carga horária semanas de 15 a 30 horas. O tempo de processamento do visto é de aproximadamente 30 dias.
ATENÇÃO: o Visto de Turismo NÃO permite que o requerente trabalhe, em quaisquer circunstâncias, ou estude por mais de 12 semanas.


Visto de Estudante

O visto de estudante, como o nome sugere, é destinado aos intercambistas que desejam estudar na Austrália. É necessário possuir esse visto para matrículas em cursos com duração igual ou superior a 14 semanas e com carga horária semanal de, no mínimo, 20 horas. Sugere-se aplicação do visto pelo menos 60 dias antes da data da viagem.

Para obtenção do visto, os estudantes precisam comprovar disponibilidade financeira de AU$ 1652 por cada mês de estudo, através de extratos em seu nome ou de seu patrocinador – quem irá financiar os custos da viagem. Para visto de estudante será necessário agendar exames em clínicas de médicos conveniados, que estão sujeitas a custos adicionais, mas isso após o consulado solicitar.
A renovação do visto de estudante, quando necessária, é feita diretamente na Austrália, nos órgãos de imigração responsáveis. Existe, ainda, a possibilidade de incluir diversos cursos em um mesmoa visto, para todo o período de permanência – Pathway.

Na Austrália, geralmente, os alunos obtém quatro semanas de férias após o encerramento do curso. Para cursos com 24 semanas de duração, em geral, permitem quatro semanas de férias, no intervalo de 12 semanas. Estas devem ser solicitadas com antecedência e inclusos no CoE – Confirmation of Enrolment (Confirmação de Inscrição) que é enviado pela escola para fins de visto.

Vacinas
Para emissão de qualquer visto para entrada na Austrália, é necessário que o viajante tenha deito a vacina para febre amarela e que obtenha um certificado internacional junto à vigilância sanitária no aeroporto. A vacina tem que ser feita com no mínimo 10 dias de antecedência.

A Austrália possui um clima agradável a maior parte do ano, mas devido ao seu tamanho continental, isso pode variar. Em geral, os estados do norte geralmente têm clima quente a maior parte do tempo, enquanto aos estados do sul têm invernos mais frios.

O país tem uma das menores precipitações do mundo, com em média 600 mm de chuvas por ano. A predominância do sol é ótima para quem quer se divertir pegando ondas, passeando nas praias ou mesmo apreciando as diversas atrações turísticas do país.

O país possui as estações do ano semelhantes às do Brasil e dos demais países do hemisfério sul. Esse quesito, em especial, é o que leva todos os anos centenas de brasileiros às terras aussies: o clima parecido com o de casa e as temperaturas mais amenas que às do hemisfério norte. Mas é bom lembrar que, assim como o Brasil, o país é muito extenso, então pode haver variações.

Uma dica para quem visitar terras aussies é acompanhar o site da meteorologia australiana, um dos mais visitados do país. O BOM (disponível em www.bom.gov.au) dificilmente erra uma previsão. Uma curiosidade é que eles têm três definições de chuva: as “showers”, que como o nome diz, são chuveiradas ou chuvas isoladas; a "rain" significa que vai chover de verdade, provavelmente em todos os pontos da cidade; e a "hail" que significa que você deve se preparar e procurar um abrigo porque vem tempestade e pode chover bolas de gelo do tamanho das de tênis.

Quando ir

Por conta da imensidão do território australiano é fácil perceber que qualquer altura do ano é apropriada para estar em determinado local: se está muito frio no sul, estará um tempo propício nos territórios a norte.

Uma dica importante, e que vale para todos os destinos mais procurados da Austrália, é ficar atento quanto às altas temporadas e férias escolares. Nesses períodos os preços tendem a subir consideravelmente.

Na Austrália, o pico da alta temporada é o verão, que ocorre entre dezembro e fevereiro. O inverno – de junho a agosto – é considerado como baixa temporada para os turistas, mas é também o melhor período para visitar os territórios a norte e o extremo da Austrália Ocidental.

Vamos conhecer um pouco da história do país?
A Austrália é um país caracterizado por seu multiculturalismo, mas se engana quem pensa que isso é fruto somente da globalização. No início da colonização europeia, já havia cerca de 500 tribos de povos indígenas locais espalhadas por toda a região, que falavam 300 dialetos diferentes, com aproximadamente 175 mil aborígines no total. Segundo os pesquisadores, esses povos já habitavam a região, que hoje é a Austrália, por cerca de 60 mil anos antes da chegada dos europeus.

Apesar de ter sido avistada por portugueses e espanhóis durante as grandes navegações, ter recebido visitas esporádicas de pescadores do norte e pela descoberta europeia por parte de exploradores holandeses em 1606, a Austrália só foi invadida em 1770, quando o capitão inglês James Cook foi enviado para investigar as terras até então desvalorizadas e fincou a bandeira inglesa, reivindicando a parte oriental, em uma terra que deu o nome de New South Wales (Nova Gales do Sul). A colonização do país teve inicio em 1788, quando a Inglaterra resolveu fazer da nova terra uma colônia penal, enviando para aquela região os presos com penas superiores a 7 anos.

Foi assim, com o envio da primeira frota de aproximadamente 1300 pessoas, que em 1788 foi fundada a primeira colônia, onde hoje está localizada a cidade de Sydney.
Por volta de 1835, os prisioneiros ingleses deixaram de ser enviados a Austrália. Os condenados que lá estavam já haviam cumprido suas penas e a esses era destinado um pedaço de terra para que dela vivesse.

E a fama do país ser um destino para aventureiros não é nada recente. Por volta de 1850 o país passou a ser destino de pessoas que buscavam desbravar o país, principalmente chineses, pois em várias regiões foram descobertas minas de ouro.

A Austrália passou a fazer parte da Comunidade Britânica em 1901, quando passou a ter uma estrutura federativa e parlamentar. A independência do país ocorreu em 1942, embora ainda continuasse sendo considerado como chefe de Estado formal o rei ou rainha da Inglaterra. Estes lações foram cortados definitivamente somente em 1986, com a independência legislativa e jurídica do país, há pouco mais de 30 anos.

Viajar até o outro lado do mundo requer, no mínimo, que você aproveite o turismo local. E quando falamos de um país de tamanho continental, como a Austrália, sabemos que não são poucas as atrações turísticas. Terras aussies certamente vão te surpreender, em especial, por suas paisagens paradisíacas.

O Brasil e a Austrália tem muito em comum: países gigantescos, onde viajar significa percorrer longas distâncias, enfrentar climas muito variados, cheio de belezas naturais, praias de tirar o fôlego e gente bronzeada. Porém, apesar das semelhanças, nossas diferentes colonizações – britânica e portuguesa – são responsáveis por diferenças muito marcantes entre os dois países. As pessoas não bebem na praia na Austrália, nem fazem barulho na rua depois das 22h, porque não é permitido. Além disso, na Austrália se usa a mão esquerda de direção. Por uma série de detalhes como esses, é sempre interessante se informar sobre o destino antes de viajar.

É importante salientar também que brasileiros precisam ter visto prévio para turistar em terras aussies. Esteja atento quanto aos prazos, pois o visto deve ser solicitado antes de desembarcar na Austrália e o tempo de processamento do visto de turista é de, em média, 30 dias. Você pode conferir mais informações sobre esse assunto na aba “Visto”.

Paradas obrigatórias

A Austrália possui algumas das paisagens mais lindas do mundo, que são praticamente obrigatórias para quem visita o país. Afinal, você não atravessa o mundo e deixa de conhecer tudo que é possível, não é mesmo?

A Grande Barreira de Corais

Um dos lugares mais incríveis e famosos da Austrália certamente deve estar na sua lista de atrações imperdíveis: a Grande Barreira de Corais. Com 2.300 quilômetros de extensão e até 250 de largura em alguns trechos, a Grande Barreira de Corais oferece muitas oportunidades para apreciá-la: é possível sobrevoar essa região da costa, em Queensland, ou incluir o passeio de barco na sua viagem. Certamente, esse passeio irá lhe garantir mais do que fotos espetaculares, é uma lembrança mágica para a vida inteira. Uma dica a ser levada em consideração é investir um pouco mais de dinheiro para ir além da extensão mais comum dos passeios: algumas partes da barreira são muito visitadas e correm o risco de estar degradadas, como em Cairns e Port Douglas, dois pontos famosos. Fique atento à previsão do tempo: os dias de sol são os melhores para conhecer a Grande Barreira de Corais e aproveitar a paisagem. Há também pacotes de passeios que oferecem mergulho e mais de um dia de visitação.

Parque Nacional de Kakadu

Um dos parques mais incríveis da Austrália, considerado um dos Patrimônios Mundiais da Unesco, guarda parte importante da história aussie. Kakadu é o lar de uma das maiores concentrações do mundo e gravuras rupestres aborígines de até 50 mil anos. São impressões de animais, caçadores e figuras Dreamtime, assim como prateleiras, ferramentas feitas de pedra, esmeris, gravuras rupestres e ocre para tinta cerimonial. Nessa imensa área que é o maior parque da Austrália, ainda vivem aborígenes que, há mais de 10 mil anos, preservam o local e sua diversidade de animais. Um quarto de todas as espécies de peixes de água doce da Austrália e mais de um terço dos pássaros australianos podem ser encontrados em Kakadu. Cachoeiras, cavidades rochosas, águas cintilantes, penhascos de arenito, flores de lótus, tour pelos rios East Alligator e Yellow Water… Kakadu é surpreendente e não pode ficar de fora do seu roteiro.

Sydney

Muita gente acredita, erroneamente, que por Sydney ser a cidade mais populosa da Austrália, também é sua capital (na verdade, a capital da Austrália é Canberra).

A cidade possui alguns dos pontos turísticos mais famosos do país e, por isso, certamente merece alguns dias da viagem para conhecer lugares como SydneyOpera House, Sydney Aquarium (com, aproximadamente, 13 mil animais), o Powerhouse Museum (o maior e mais famoso museu da Austrália), e a Sydney Tower (torre com 250 m de altura e vista em 360° da cidade).

Já os aventureiros de plantão não podem perder a escalada na SydneyHarbour Bridge, uma experiência única em um dos principais cartões postais da Austrália. Os tours guiados pelas montanhas de Sydney também fazem sucesso entre vários públicos, independente da idade.

Whitsundays

É difícil descrever esse local fazendo jus ao que ele significa, principalmente, pelo que ele oferece aos adeptos de esportes náuticos. As ilhas têm um visual deslumbrante e muito disso se deve a Grande Barreira de Corais. Mergulho, escalada, esqui aquático, pescaria são exemplos do que fazer em Whitsundays. Também não poderíamos deixar de citar que é nesse local que fica uma das praias mais visitadas da Austrália, a Whitehaven. E não faltam atrações para os viajantes: com noites agitadas e vibrantes e atrações diurnas que tiram o fôlego, como os passeios de observação das baleias Humpback, o Crocodile Safari e o Ocean Rafting.

Melbourne

A segunda maior cidade australiana e também um dos principais polos culturais do país é rica em teatros, espaços de shows, cafés, bares, esportes, grandes restaurantes… As melhores atrações, ao estilo cosmopolita de Melbourne, reúnem passeios por suas belas ruelas, assistir a partidas de futebol e críquete (Melbourne Cricket Ground da Australian Football League e no Hisense Arena), contemplar a arquitetura e a história nos prédios como Royal Exhibition Building, Saint Patrick’s Cathedral, Melbourne Museum, Flinders Street Station, Manchester Unity Building. Circular pela Federation Square, pelo bairro boêmio de St Kilda, fazer compras no Queen Victoria Market, pedalar e caminhar no Royal Botanic Gardens e no Kings. A cada temporada, esses locais acumulam atrações e apresentam muitas novidades aos australianos e turistas. Apreciar a culinária e os vinhos também é uma ótima opção.

Uluru

No centro do Deserto Vermelho da Austrália, com uma beleza única e forte significado sobre a espiritualidade e história dos ancestrais australianos, o Parque Nacional Uluru-Kata Tjuta não pode ficar fora do seu roteiro de viagem.

Considerado como Patrimônio da Humanidade na Austrália, o parque é um misto de atrações muito interessantes que incluem um centro cultural, oficinas com trabalhos aborígenes e os majestosos nascer e pôr do sol na paisagem vermelha. Para aproveitar melhor o passeio nesta região, prefira a companhia de um guia aborígene e aprenda sobre as antigas tradições, lendas e histórias do Tempo dos Sonhos. Uma das crenças mais fortes dos guardiões tradicionais de Uluru, os Anangu, é de que essa paisagem foi criada por seus antepassados​​ no início dos tempos, por isso eles têm protegido essas terras sagradas desde então.

Tasmânia

Talvez você não soubesse exatamente onde se localizava, mas certamente já ouviu falar nela. A Tasmânia ficou marcada na memória de muitas pessoas graças a um famoso personagem de desenho animado. Mas não se engane, a região oferece muito mais a explorar do que só o demônio-da-Tasmânia. Vinhos com rótulos aplaudidos entre os maiores sommeliers podem ser degustados em um tour pela Tasmania Wines Valleybrook. A natureza selvagem atrai turistas que encontram um clima ameno, belíssimas praias preservadas, assim como lagos, florestas e os 17 parques nacionais da Tasmânia.

A ilha possui uma das praias mais bonitas do mundo, a Wineglass Bay. Suas águas de cor safira e areia branca tornam este um destino atrativo para muitos casais em lua-de-mel, além de ser uma praia onde as pessoas pescam, navegam e praticam esportes aquáticos.

Estenda um pouco o passeio e aproveite os atrativos da costa leste: experiências únicas como conhecer a Maria Island, explorar a floresta do Parque Nacional Douglas-Apsley, escalar a cordilheira Hazard… As atrações da Tasmânia certamente te farão querer voltar ao país.

  • O nome “Austrália” vem da palavra em latim “australis”, que significa "austral", ou seja, "do sul", e sua origem data de lendas do século II sobre a "terra desconhecida do sul" (terra australis incognita). O país tem sido chamado coloquialmente como Oz desde o início do século XX.

  • Em média, quem vive na Austrália vive 8,79 anos a mais quem vive no Brasil.

  • O australiano ganha em média 72% a mais que o brasileiro.

  • A Austrália é famosa pelos cangurus, mas o país também abriga o maior rebanho de camelos do mundo. Há cerca de 750 mil camelos soltos no país que causam sérios problemas aos moradores. Importados da Arábia, Índia e Afeganistão no século 19 para transporte de carga e trabalho pesado no interior, quando o motor de combustão surgiu, os camelos perderam seus empregos.

  • O tamanho da Austrália de ponta a ponta é igual a distância entre Londres e Moscou.

  • A Grande Barreira de Corais é a maior estrutura viva do mundo e pode ser vista do espaço.

  • A Austrália possui um imposto sobre mercadorias e serviços (Goods and Services Tax, GST) de 10 por cento. Você pode solicitar um reembolso do GST pago sobre mercadorias compradas aqui se tiver gasto AUD$ 300 ou mais em uma loja, não mais de 30 dias antes de partir da Austrália. As instalações do Esquema de Reembolso para Turista (Tourist Refund Scheme) estão localizadas na área de partida dos terminais internacionais.

  • Os hotéis e restaurantes não adicionam taxas de serviço em sua conta. Nos restaurantes mais sofisticados, é usual dar gorjetas aos garçons de até dez por cento do valor da conta por um bom serviço. Entretanto, a gorjeta é sempre uma escolha sua. Não é comum pechinchar na Austrália.

  • O número de emergência para polícia, ambulância e/ou bombeiros é 000.

  • A corrente elétrica é 220 – 240 volts, CA 50Hz. As tomadas de três pinos australianas são diferentes de alguns outros países, portanto você pode precisar de um adaptador.

  • O código de país da Austrália é 61. As ligações locais de telefones públicos não têm limite de tempo e custam AUD$ 0,050. As ligações de celulares, interurbanas e internacionais normalmente têm limite de tempo. A cobertura da rede de telefones celulares está disponível por toda a Austrália, entretanto a cobertura pode estar limitada em algumas áreas remotas. O acesso à Internet está amplamente disponível em cybercafés, alojamentos e bibliotecas.

Prepare-se: a Austrália vai te impressionar!

O maior país da Oceania é um dos destinos preferidos de intercambistas que buscam conhecer uma nova cultura, mas com gosto por um clima familiar. A ex-colônia britânica é considerada uma das nações mais ricas do mundo, referência em qualidade de vida: leva medalha de prata, ocupando o segundo lugar, no ranking de Desenvolvimento Humano da ONU e é o sexto melhor país da lista do Índice de Prosperidade Global, feito pelo Legatum Institute. Além disso, o clima é um tanto semelhante ao brasileiro, com estações definidas, porém amenas, não tão extremas quanto às do hemisfério norte. Agora, imagine um clima bacana, praias paradisíacas, um povo relax e acolhedor: é destino para viajante nenhum colocar defeito.
Vem conhecer mais sobre o que a Austrália tem para te oferecer.


Estatísticas aussies

A Austrália é a maior ilha do mundo – embora esteja localizada no menor continente. A população do país é de quase 25 milhões de habitantes e cerca de 60% estão concentrados em torno das capitais continentais estaduais: Sydney, Melbourne, Brisbane, Perth, Adelaide e Darwin. Sua capital é Canberra, localizada no Território da Capital Australiana.

O idioma inglês é a língua oficial do país, resultado da colonização britânica, e a moeda corrente é o dólar australiano.

A Austrália é conhecida mundialmente por sua cultura acolhedora e alta receptividade dos nativos, isso explica o porquê de cerca de 47%, quase metade da população australiana, ser formada por estrangeiros ou pessoas que têm pai ou mãe nascido no exterior.

Com uma economia desenvolvida, tecnologicamente avançada e industrializada, a Austrália vive um crescimento econômico contínuo, sem recessão há quase três décadas e com um dos ambientes econômicos mais estáveis e confiáveis do mundo. Além disso, o país possui um dos menores níveis mundiais de desemprego e tem excelentes resultados em muitas comparações internacionais de desempenhos nacionais, tais como saúde, esperança de vida, qualidade de vida, desenvolvimento humano, educação pública, liberdade econômica, bem como a proteção de liberdades civis e direitos políticos.

As cidades australianas também costumam estar citadas entre as mais altas do mundo em termos de habitabilidade, oferta cultural e qualidade de vida. Segundo uma pesquisa elaborada pela unidade de Inteligência da The Economist, quatro cidades australianas estão entre as dez melhores do mundo, no que diz respeito a qualidade de vida. Com notas que variam de 0 a 100, sendo 100 a cidade ideal, estão: em 1º lugar, Melbourne, com 97,5 pontos; em 5º Adelaide, com 96,6 pontos; Sydney está em 7º lugar, com 96,1 pontos; e em 9º lugar, Perth, com 95,9 pontos.

A Austrália é um dos destinos mais procurados por estudantes (atrás de Canadá, Estados Unidos, Reino Unido e Irlanda) que desejam passar uma temporada no exterior para melhorar o inglês. Entre os principais motivos, está a possibilidade de trabalhar enquanto estuda.

O país também possui universidades que compõe a lista das 50 melhores do mundo, nas áreas de Ciências Naturais e Matemática, Biociências e Agricultura, Medicina Clínica, Farmácia e Física.

Além disso, a qualidade do ensino no país é incontestável. Inclusive, o governo garante a qualidade do ensino através do monitoramento das aulas, do aprendizado, da administração e das áreas de pesquisa de cada uma das instituições. Existem regimentos próprios no país para garantir o alto padrão de educação e preservar os direitos dos estudantes internacionais, como a Lei dos Serviços Educacionais para Estudantes Estrangeiros e o Código Nacional de Boas Práticas para as Autoridades de Registro e Prestadores de Educação e Formação para Estudantes Estrangeiros. Ambos fornecem padrões nacionalmente homogêneos para provedores de educação e formação para estudantes estrangeiros.

E para aqueles estudantes que pretendem imigrar posteriormente ao país, estudar em solo australiano é, sem dúvida alguma, mais um diferencial relevante. Como o processo de imigração é construído de forma gradativa, nunca é cedo para começar a se qualificar.

Saiba que a Austrália possui uma grande vantagem que poucos países oferecem aos estudantes de cursos de idiomas: a possibilidade de trabalhar legalmente durante os estudos no país. Essa oportunidade é um dos diferenciais do país e que mobiliza muitos alunos na hora de escolher o destino do intercâmbio. Trabalhar durante o intercâmbio permite que você possa ganhar dinheiro suficiente para pagar seu custo de vida e lazer e até, quem sabe, conseguir juntar uma graninha.

A maioria dos estudantes consegue empregos de meio expediente em algum momento de seus estudos no país. Os trabalhos mais comuns são como garçom, pintor, ajudante de limpeza, babá, jardineiro, em hotelaria, vendas, informática, restaurantes, supermercados, colheita de frutas. São empregos que não exigem muita qualificação, mas você pode se candidatar a qualquer emprego, basta cumprir as exigências. Mas, é claro, quanto mais qualificado o trabalho, mais imprescindível de que você fale inglês fluentemente. Por isso, a importância de dominar o idioma.

Depois, com o inglês mais fluente e com certa experiência no país, você pode até tentar algo que tenha a ver com o que fazia no Brasil.

Estudantes de Cursos de Inglês, Cursos técnicos e Cursos universitários de Graduação ou Pós-Graduação podem trabalhar 20 horas semanais, durante o período de estudos, e horas ilimitadas durante as férias do curso. Já os estudantes de Cursos universitários de pós-graduação que envolva pesquisa científica, como Mestrados e Doutorados, podem trabalhar horas ilimitadas durante todo o período do visto. No caso de dependentes (cônjuge e filhos), a permissão de trabalho é a mesma que a do estudante.

Se o aluno vier a completar um curso universitário no país e desejar prolongar sua estadia, ainda pode ganhar um visto de trabalho adicional após a formatura. Para bacharelado, são mais dois anos; mestrados, três anos; e doutorados podem valer mais quatro anos de visto de trabalho.

Além de ser um dos países que lidera o ranking mundial de desenvolvimento, a Austrália possui um dos maiores salários mínimos do mundo, de A$ 18.29 por hora, desde julho de 2017.

A menos que você possua cidadania neozelandesa, precisará de um visto para entrar na Austrália.


Visto de Turista

Um visto de turista é para as pessoas que visitam a Austrália para passar férias, realizar passeios turísticos, visitar parentes e amigos ou com outra finalidade de curto prazo e que não seja de trabalho. O visto poderá ser concedido com uma ou múltiplas entradas para permanência no país por até três meses em cada entrada, sujeito a critérios da imigração.
Com esse visto, você pode estudar inglês por até 12 semanas, com carga horária semanas de 15 a 30 horas. O tempo de processamento do visto é de aproximadamente 30 dias.
ATENÇÃO: o Visto de Turismo NÃO permite que o requerente trabalhe, em quaisquer circunstâncias, ou estude por mais de 12 semanas.


Visto de Estudante

O visto de estudante, como o nome sugere, é destinado aos intercambistas que desejam estudar na Austrália. É necessário possuir esse visto para matrículas em cursos com duração igual ou superior a 14 semanas e com carga horária semanal de, no mínimo, 20 horas. Sugere-se aplicação do visto pelo menos 60 dias antes da data da viagem.

Para obtenção do visto, os estudantes precisam comprovar disponibilidade financeira de AU$ 1652 por cada mês de estudo, através de extratos em seu nome ou de seu patrocinador – quem irá financiar os custos da viagem. Para visto de estudante será necessário agendar exames em clínicas de médicos conveniados, que estão sujeitas a custos adicionais, mas isso após o consulado solicitar.
A renovação do visto de estudante, quando necessária, é feita diretamente na Austrália, nos órgãos de imigração responsáveis. Existe, ainda, a possibilidade de incluir diversos cursos em um mesmoa visto, para todo o período de permanência – Pathway.

Na Austrália, geralmente, os alunos obtém quatro semanas de férias após o encerramento do curso. Para cursos com 24 semanas de duração, em geral, permitem quatro semanas de férias, no intervalo de 12 semanas. Estas devem ser solicitadas com antecedência e inclusos no CoE – Confirmation of Enrolment (Confirmação de Inscrição) que é enviado pela escola para fins de visto.

Vacinas
Para emissão de qualquer visto para entrada na Austrália, é necessário que o viajante tenha deito a vacina para febre amarela e que obtenha um certificado internacional junto à vigilância sanitária no aeroporto. A vacina tem que ser feita com no mínimo 10 dias de antecedência.

A Austrália possui um clima agradável a maior parte do ano, mas devido ao seu tamanho continental, isso pode variar. Em geral, os estados do norte geralmente têm clima quente a maior parte do tempo, enquanto aos estados do sul têm invernos mais frios.

O país tem uma das menores precipitações do mundo, com em média 600 mm de chuvas por ano. A predominância do sol é ótima para quem quer se divertir pegando ondas, passeando nas praias ou mesmo apreciando as diversas atrações turísticas do país.

O país possui as estações do ano semelhantes às do Brasil e dos demais países do hemisfério sul. Esse quesito, em especial, é o que leva todos os anos centenas de brasileiros às terras aussies: o clima parecido com o de casa e as temperaturas mais amenas que às do hemisfério norte. Mas é bom lembrar que, assim como o Brasil, o país é muito extenso, então pode haver variações.

Uma dica para quem visitar terras aussies é acompanhar o site da meteorologia australiana, um dos mais visitados do país. O BOM (disponível em www.bom.gov.au) dificilmente erra uma previsão. Uma curiosidade é que eles têm três definições de chuva: as “showers”, que como o nome diz, são chuveiradas ou chuvas isoladas; a "rain" significa que vai chover de verdade, provavelmente em todos os pontos da cidade; e a "hail" que significa que você deve se preparar e procurar um abrigo porque vem tempestade e pode chover bolas de gelo do tamanho das de tênis.

Quando ir

Por conta da imensidão do território australiano é fácil perceber que qualquer altura do ano é apropriada para estar em determinado local: se está muito frio no sul, estará um tempo propício nos territórios a norte.

Uma dica importante, e que vale para todos os destinos mais procurados da Austrália, é ficar atento quanto às altas temporadas e férias escolares. Nesses períodos os preços tendem a subir consideravelmente.

Na Austrália, o pico da alta temporada é o verão, que ocorre entre dezembro e fevereiro. O inverno – de junho a agosto – é considerado como baixa temporada para os turistas, mas é também o melhor período para visitar os territórios a norte e o extremo da Austrália Ocidental.

Vamos conhecer um pouco da história do país?
A Austrália é um país caracterizado por seu multiculturalismo, mas se engana quem pensa que isso é fruto somente da globalização. No início da colonização europeia, já havia cerca de 500 tribos de povos indígenas locais espalhadas por toda a região, que falavam 300 dialetos diferentes, com aproximadamente 175 mil aborígines no total. Segundo os pesquisadores, esses povos já habitavam a região, que hoje é a Austrália, por cerca de 60 mil anos antes da chegada dos europeus.

Apesar de ter sido avistada por portugueses e espanhóis durante as grandes navegações, ter recebido visitas esporádicas de pescadores do norte e pela descoberta europeia por parte de exploradores holandeses em 1606, a Austrália só foi invadida em 1770, quando o capitão inglês James Cook foi enviado para investigar as terras até então desvalorizadas e fincou a bandeira inglesa, reivindicando a parte oriental, em uma terra que deu o nome de New South Wales (Nova Gales do Sul). A colonização do país teve inicio em 1788, quando a Inglaterra resolveu fazer da nova terra uma colônia penal, enviando para aquela região os presos com penas superiores a 7 anos.

Foi assim, com o envio da primeira frota de aproximadamente 1300 pessoas, que em 1788 foi fundada a primeira colônia, onde hoje está localizada a cidade de Sydney.
Por volta de 1835, os prisioneiros ingleses deixaram de ser enviados a Austrália. Os condenados que lá estavam já haviam cumprido suas penas e a esses era destinado um pedaço de terra para que dela vivesse.

E a fama do país ser um destino para aventureiros não é nada recente. Por volta de 1850 o país passou a ser destino de pessoas que buscavam desbravar o país, principalmente chineses, pois em várias regiões foram descobertas minas de ouro.

A Austrália passou a fazer parte da Comunidade Britânica em 1901, quando passou a ter uma estrutura federativa e parlamentar. A independência do país ocorreu em 1942, embora ainda continuasse sendo considerado como chefe de Estado formal o rei ou rainha da Inglaterra. Estes lações foram cortados definitivamente somente em 1986, com a independência legislativa e jurídica do país, há pouco mais de 30 anos.

Viajar até o outro lado do mundo requer, no mínimo, que você aproveite o turismo local. E quando falamos de um país de tamanho continental, como a Austrália, sabemos que não são poucas as atrações turísticas. Terras aussies certamente vão te surpreender, em especial, por suas paisagens paradisíacas.

O Brasil e a Austrália tem muito em comum: países gigantescos, onde viajar significa percorrer longas distâncias, enfrentar climas muito variados, cheio de belezas naturais, praias de tirar o fôlego e gente bronzeada. Porém, apesar das semelhanças, nossas diferentes colonizações – britânica e portuguesa – são responsáveis por diferenças muito marcantes entre os dois países. As pessoas não bebem na praia na Austrália, nem fazem barulho na rua depois das 22h, porque não é permitido. Além disso, na Austrália se usa a mão esquerda de direção. Por uma série de detalhes como esses, é sempre interessante se informar sobre o destino antes de viajar.

É importante salientar também que brasileiros precisam ter visto prévio para turistar em terras aussies. Esteja atento quanto aos prazos, pois o visto deve ser solicitado antes de desembarcar na Austrália e o tempo de processamento do visto de turista é de, em média, 30 dias. Você pode conferir mais informações sobre esse assunto na aba “Visto”.

Paradas obrigatórias

A Austrália possui algumas das paisagens mais lindas do mundo, que são praticamente obrigatórias para quem visita o país. Afinal, você não atravessa o mundo e deixa de conhecer tudo que é possível, não é mesmo?

A Grande Barreira de Corais

Um dos lugares mais incríveis e famosos da Austrália certamente deve estar na sua lista de atrações imperdíveis: a Grande Barreira de Corais. Com 2.300 quilômetros de extensão e até 250 de largura em alguns trechos, a Grande Barreira de Corais oferece muitas oportunidades para apreciá-la: é possível sobrevoar essa região da costa, em Queensland, ou incluir o passeio de barco na sua viagem. Certamente, esse passeio irá lhe garantir mais do que fotos espetaculares, é uma lembrança mágica para a vida inteira. Uma dica a ser levada em consideração é investir um pouco mais de dinheiro para ir além da extensão mais comum dos passeios: algumas partes da barreira são muito visitadas e correm o risco de estar degradadas, como em Cairns e Port Douglas, dois pontos famosos. Fique atento à previsão do tempo: os dias de sol são os melhores para conhecer a Grande Barreira de Corais e aproveitar a paisagem. Há também pacotes de passeios que oferecem mergulho e mais de um dia de visitação.

Parque Nacional de Kakadu

Um dos parques mais incríveis da Austrália, considerado um dos Patrimônios Mundiais da Unesco, guarda parte importante da história aussie. Kakadu é o lar de uma das maiores concentrações do mundo e gravuras rupestres aborígines de até 50 mil anos. São impressões de animais, caçadores e figuras Dreamtime, assim como prateleiras, ferramentas feitas de pedra, esmeris, gravuras rupestres e ocre para tinta cerimonial. Nessa imensa área que é o maior parque da Austrália, ainda vivem aborígenes que, há mais de 10 mil anos, preservam o local e sua diversidade de animais. Um quarto de todas as espécies de peixes de água doce da Austrália e mais de um terço dos pássaros australianos podem ser encontrados em Kakadu. Cachoeiras, cavidades rochosas, águas cintilantes, penhascos de arenito, flores de lótus, tour pelos rios East Alligator e Yellow Water… Kakadu é surpreendente e não pode ficar de fora do seu roteiro.

Sydney

Muita gente acredita, erroneamente, que por Sydney ser a cidade mais populosa da Austrália, também é sua capital (na verdade, a capital da Austrália é Canberra).

A cidade possui alguns dos pontos turísticos mais famosos do país e, por isso, certamente merece alguns dias da viagem para conhecer lugares como SydneyOpera House, Sydney Aquarium (com, aproximadamente, 13 mil animais), o Powerhouse Museum (o maior e mais famoso museu da Austrália), e a Sydney Tower (torre com 250 m de altura e vista em 360° da cidade).

Já os aventureiros de plantão não podem perder a escalada na SydneyHarbour Bridge, uma experiência única em um dos principais cartões postais da Austrália. Os tours guiados pelas montanhas de Sydney também fazem sucesso entre vários públicos, independente da idade.

Whitsundays

É difícil descrever esse local fazendo jus ao que ele significa, principalmente, pelo que ele oferece aos adeptos de esportes náuticos. As ilhas têm um visual deslumbrante e muito disso se deve a Grande Barreira de Corais. Mergulho, escalada, esqui aquático, pescaria são exemplos do que fazer em Whitsundays. Também não poderíamos deixar de citar que é nesse local que fica uma das praias mais visitadas da Austrália, a Whitehaven. E não faltam atrações para os viajantes: com noites agitadas e vibrantes e atrações diurnas que tiram o fôlego, como os passeios de observação das baleias Humpback, o Crocodile Safari e o Ocean Rafting.

Melbourne

A segunda maior cidade australiana e também um dos principais polos culturais do país é rica em teatros, espaços de shows, cafés, bares, esportes, grandes restaurantes… As melhores atrações, ao estilo cosmopolita de Melbourne, reúnem passeios por suas belas ruelas, assistir a partidas de futebol e críquete (Melbourne Cricket Ground da Australian Football League e no Hisense Arena), contemplar a arquitetura e a história nos prédios como Royal Exhibition Building, Saint Patrick’s Cathedral, Melbourne Museum, Flinders Street Station, Manchester Unity Building. Circular pela Federation Square, pelo bairro boêmio de St Kilda, fazer compras no Queen Victoria Market, pedalar e caminhar no Royal Botanic Gardens e no Kings. A cada temporada, esses locais acumulam atrações e apresentam muitas novidades aos australianos e turistas. Apreciar a culinária e os vinhos também é uma ótima opção.

Uluru

No centro do Deserto Vermelho da Austrália, com uma beleza única e forte significado sobre a espiritualidade e história dos ancestrais australianos, o Parque Nacional Uluru-Kata Tjuta não pode ficar fora do seu roteiro de viagem.

Considerado como Patrimônio da Humanidade na Austrália, o parque é um misto de atrações muito interessantes que incluem um centro cultural, oficinas com trabalhos aborígenes e os majestosos nascer e pôr do sol na paisagem vermelha. Para aproveitar melhor o passeio nesta região, prefira a companhia de um guia aborígene e aprenda sobre as antigas tradições, lendas e histórias do Tempo dos Sonhos. Uma das crenças mais fortes dos guardiões tradicionais de Uluru, os Anangu, é de que essa paisagem foi criada por seus antepassados​​ no início dos tempos, por isso eles têm protegido essas terras sagradas desde então.

Tasmânia

Talvez você não soubesse exatamente onde se localizava, mas certamente já ouviu falar nela. A Tasmânia ficou marcada na memória de muitas pessoas graças a um famoso personagem de desenho animado. Mas não se engane, a região oferece muito mais a explorar do que só o demônio-da-Tasmânia. Vinhos com rótulos aplaudidos entre os maiores sommeliers podem ser degustados em um tour pela Tasmania Wines Valleybrook. A natureza selvagem atrai turistas que encontram um clima ameno, belíssimas praias preservadas, assim como lagos, florestas e os 17 parques nacionais da Tasmânia.

A ilha possui uma das praias mais bonitas do mundo, a Wineglass Bay. Suas águas de cor safira e areia branca tornam este um destino atrativo para muitos casais em lua-de-mel, além de ser uma praia onde as pessoas pescam, navegam e praticam esportes aquáticos.

Estenda um pouco o passeio e aproveite os atrativos da costa leste: experiências únicas como conhecer a Maria Island, explorar a floresta do Parque Nacional Douglas-Apsley, escalar a cordilheira Hazard… As atrações da Tasmânia certamente te farão querer voltar ao país.

  • O nome “Austrália” vem da palavra em latim “australis”, que significa "austral", ou seja, "do sul", e sua origem data de lendas do século II sobre a "terra desconhecida do sul" (terra australis incognita). O país tem sido chamado coloquialmente como Oz desde o início do século XX.

  • Em média, quem vive na Austrália vive 8,79 anos a mais quem vive no Brasil.

  • O australiano ganha em média 72% a mais que o brasileiro.

  • A Austrália é famosa pelos cangurus, mas o país também abriga o maior rebanho de camelos do mundo. Há cerca de 750 mil camelos soltos no país que causam sérios problemas aos moradores. Importados da Arábia, Índia e Afeganistão no século 19 para transporte de carga e trabalho pesado no interior, quando o motor de combustão surgiu, os camelos perderam seus empregos.

  • O tamanho da Austrália de ponta a ponta é igual a distância entre Londres e Moscou.

  • A Grande Barreira de Corais é a maior estrutura viva do mundo e pode ser vista do espaço.

  • A Austrália possui um imposto sobre mercadorias e serviços (Goods and Services Tax, GST) de 10 por cento. Você pode solicitar um reembolso do GST pago sobre mercadorias compradas aqui se tiver gasto AUD$ 300 ou mais em uma loja, não mais de 30 dias antes de partir da Austrália. As instalações do Esquema de Reembolso para Turista (Tourist Refund Scheme) estão localizadas na área de partida dos terminais internacionais.

  • Os hotéis e restaurantes não adicionam taxas de serviço em sua conta. Nos restaurantes mais sofisticados, é usual dar gorjetas aos garçons de até dez por cento do valor da conta por um bom serviço. Entretanto, a gorjeta é sempre uma escolha sua. Não é comum pechinchar na Austrália.

  • O número de emergência para polícia, ambulância e/ou bombeiros é 000.

  • A corrente elétrica é 220 – 240 volts, CA 50Hz. As tomadas de três pinos australianas são diferentes de alguns outros países, portanto você pode precisar de um adaptador.

  • O código de país da Austrália é 61. As ligações locais de telefones públicos não têm limite de tempo e custam AUD$ 0,050. As ligações de celulares, interurbanas e internacionais normalmente têm limite de tempo. A cobertura da rede de telefones celulares está disponível por toda a Austrália, entretanto a cobertura pode estar limitada em algumas áreas remotas. O acesso à Internet está amplamente disponível em cybercafés, alojamentos e bibliotecas.

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